SGAEIA Research Series — Article 20
Aridio Silva
Independent Researcher, Brazil
Creator of SGAEIA — Secure Governed Autonomous Edge Intelligence Architecture
ORCID: 0009–0008–2411–6995
Copyright: © 2026 Aridio Silva | License: CC BY 4.0

Resumo
A diferença entre agentes de AI e AI agêntica é conceitualmente defensável quando se distinguem uma entidade que age, as propriedades de seu comportamento e o sistema que permite realizar objetivos. Entretanto, a literatura e os fornecedores não estabelecem uma fronteira universal entre duas tecnologias. Um agente pode executar processos longos, e um sistema agêntico pode conter apenas um agente. Este artigo examina os antecedentes acadêmicos, confronta taxonomias recentes e compara os usos de OpenAI, Anthropic, Google, Microsoft e outros fornecedores. Propõe uma síntese didática, sem apresentá-la como consenso, e mostra por que autonomia, quantidade de agentes, geração de conteúdo, aprendizagem e autoridade precisam ser analisadas separadamente.
Palavras-chave: AI; agentes inteligentes; AI agêntica; autonomia; sistemas multiagentes; modelos de linguagem; governança.
1. A pergunta certa não começa pela quantidade de agentes
Imagine um assistente encarregado de pesquisar fornecedores, conferir condições comerciais e preparar uma recomendação. Ele pode seguir uma sequência fixa de chamadas de modelo, decidir a próxima busca conforme os resultados ou dividir a investigação entre vários agentes. Os três arranjos podem utilizar o mesmo modelo de linguagem. O que muda é a organização das decisões e das ações, não necessariamente uma nova espécie de modelo.
É tentador chamar o primeiro arranjo de agente de AI e reservar AI agêntica para o terceiro. Essa classificação, porém, mistura dois critérios: quantidade de componentes e autonomia de execução. Também exclui o segundo arranjo, no qual um único agente controla um processo com realimentação. A análise precisa primeiro especificar qual nível está sendo descrito: o agente, o comportamento ou a arquitetura.
Este trabalho é uma revisão narrativa crítica de fontes primárias, não uma revisão sistemática, um experimento original ou uma avaliação de desempenho dos fornecedores. Artigos acadêmicos, preprints, white papers e documentação comercial têm funções e graus de validação diferentes. A documentação oficial comprova o uso de uma expressão pelo fornecedor; não transforma esse uso em definição científica universal. Páginas mutáveis são consideradas conforme a pesquisa concluída em 14 de outubro de 2026.
2. Agentes existiam antes dos modelos de linguagem
Na tradição de Russell e Norvig, um agente recebe percepções de um ambiente e produz ações. A função de agente relaciona históricos de percepção a ações, enquanto o programa implementa essa função em uma arquitetura. Racionalidade significa escolher ações segundo uma medida de desempenho e as informações disponíveis; não implica conhecimento perfeito nem sucesso garantido. Essa definição inclui agentes reflexos, orientados a objetivos, orientados a utilidade e agentes que aprendem. [1]
Wooldridge e Jennings discutem autonomia, reatividade, proatividade e habilidade social, reconhecendo que o termo agente já comportava diferentes interpretações. Shoham examina a programação orientada a agentes, e Rao e Georgeff desenvolvem a tradição BDI, baseada em crenças, desejos e intenções. Esses antecedentes mostram que representação de objetivos, deliberação e coordenação não nasceram com os LLMs. Um agente pode ser reativo, simbólico, robótico ou baseado em aprendizagem por reforço. [2–4]
A palavra agentic também possui precedentes fora da computação. Bandura a utiliza na discussão da agência humana, envolvendo intencionalidade, antecipação e autorregulação. Aqui essa referência é um antecedente linguístico e conceitual, com base no resumo público do editor, não uma prova de que sistemas computacionais possuem experiência subjetiva ou intencionalidade humana. Empregar a mesma palavra não autoriza transportar automaticamente seus pressupostos psicológicos. [5]
Os LLMs ampliaram a viabilidade de interfaces em linguagem natural, seleção de ferramentas e adaptação a tarefas abertas. ReAct demonstrou a integração de raciocínio expresso e ações com observações do ambiente; a revisão de Wang e colaboradores organiza componentes como planejamento, memória e uso de ferramentas. Esses trabalhos caracterizam desenvolvimentos importantes da subclasse de agentes baseados em linguagem. Não redefinem retrospectivamente toda a história dos agentes inteligentes. [6,7]
3. Uma distinção útil: entidade, propriedade e sistema
Agente de AI pode designar a unidade funcional à qual se atribuem observações, decisões e ações. Agenticidade pode descrever o perfil de controle dessa unidade ou de uma composição em determinada tarefa. Sistema agêntico pode designar o conjunto de agentes, ferramentas, estado e mecanismos de execução que permite perseguir objetivos. Neste artigo, essa separação é uma síntese analítica proposta pelo autor, não uma norma terminológica estabelecida.

Shavit e colaboradores já tratavam a agenticidade de forma gradual em 2023. O trabalho discute complexidade dos objetivos, complexidade do ambiente, adaptabilidade e independência de execução como dimensões relevantes. A contribuição sustenta a leitura de agenticidade como propriedade contextual, mas é um white paper de governança produzido por pesquisadores da OpenAI. Não estabelece uma escala universal validada nem exige autonomia irrestrita. [34]
Sapkota, Roumeliotis e Karkee propõem uma separação mais marcada entre agentes especializados e sistemas de AI agêntica com coordenação, memória e processos mais amplos. A taxonomia tem valor acadêmico e foi publicada em periódico, com publicação online em 2025 e volume de 2026. Ainda assim, uma taxonomia proposta não é consenso terminológico. A perspectiva crítica de Botti ressalta continuidades com sistemas multiagentes, enquanto a revisão de Arunkumar, Gangadharan e Buyya documenta a diversidade arquitetural do campo. [8–10]
Formalmente, pode-se representar um agente por uma política π que associa histórico de observações a ações: π: O* → A. Para um agente probabilístico, a saída é uma distribuição sobre ações, e o ambiente determina como a ação altera o estado e produz novas observações. Isso é uma abstração funcional: não afirma que todo LLM implementa sozinho o agente completo. Ferramentas, memória e execução frequentemente pertencem à aplicação que o envolve. [1,6]
Como síntese própria, um sistema pode ser descrito por S = (G, T, M, E, C): agentes, ferramentas, memória ou estado, ambiente de execução e controles. A agenticidade pode ser discutida como um perfil de autonomia, horizonte, realimentação, adaptabilidade, autoridade e coordenação. Essas notações explicitam o nível de análise; não são uma fórmula publicada para medir agenticidade nem um índice experimentalmente validado. A autoridade merece tratamento separado, porque o que o sistema consegue fazer pode exceder aquilo que está autorizado a fazer.
4. Autonomia, coordenação e aprendizagem são eixos diferentes
Um único agente pode escolher ferramentas, verificar resultados e revisar seu plano durante uma investigação. Vários componentes chamados agentes podem executar apenas etapas predeterminadas, sem decidir a sequência global. Assim, a contagem de agentes não determina a autonomia da composição. O grau de controle precisa ser observado no comportamento efetivo, nas condições da tarefa e nas regras de execução. [11,13,23]

Uma arquitetura multiagente pode facilitar especialização, investigação paralela e distribuição de contexto. Ela também cria custos de comunicação, dependências e problemas de verificação das contribuições. O sistema de pesquisa da Anthropic oferece um exemplo técnico de coordenação, mas seus ganhos relatados são resultados internos sob condições específicas. AutoGen demonstra uma arquitetura baseada em conversas entre agentes; a existência dessa arquitetura não garante que qualquer configuração seja mais autônoma ou confiável. [14,21]
Memória não é sinônimo de aprendizagem dos parâmetros do modelo. Registrar uma conversa, recuperar documentos e manter o estado de uma tarefa podem alterar o comportamento sem atualizar os pesos. Da mesma forma, revisão de um plano com novas observações não implica aprendizagem contínua. Agentes clássicos e aplicações atuais podem operar com políticas e modelos fixos; aprender durante a execução é uma possibilidade adicional, não uma condição universal de agência. [1,7]
AI generativa e AI agêntica também respondem a perguntas diferentes. A primeira caracteriza principalmente a produção de conteúdo; a segunda destaca a organização de decisões e ações orientadas a objetivos. Um modelo generativo pode integrar um chatbot sem controle de processos, enquanto um agente clássico pode agir sem gerar linguagem. Quando um fornecedor apresenta AI agêntica como evolução da AI generativa, é necessário identificar o recorte de produtos ao qual essa afirmação se aplica. [1,11,24]
5. Como os fornecedores usam os termos
A comparação seguinte examina definições e escolhas arquiteturais publicadas pelos próprios fornecedores. Ela não é um ranking de modelos de fronteira e não mede capacidade, segurança ou custo de produtos. A unidade comparada é o vocabulário técnico adotado em documentos específicos. Mesmo dentro de uma empresa, páginas conceituais e frameworks podem usar níveis diferentes de abstração.
| Organização | Uso observado | Consequência conceitual |
|---|---|---|
| OpenAI | Agentes realizam tarefas em nome do usuário; nos agentes baseados em LLM, o modelo controla o processo e utiliza ferramentas. [11,12] | Ênfase no controle da execução, sem exigir vários agentes. |
| Anthropic | “Sistemas agênticos” abrangem workflows e agentes; workflows seguem caminhos definidos e agentes dirigem dinamicamente processos e ferramentas. [13] | O adjetivo agêntico pode ser mais amplo que a categoria agente usada no mesmo texto. |
| Página conceitual do Google Cloud destaca colaboração entre agentes; o ADK diferencia agentes baseados em LLM, workflows e outras classes. [15,16] | A definição comercial não deve ser tratada como limite universal do framework ou da área. | |
| Microsoft | A FAQ adota noções amplas de agentes; o Agent Framework combina agentes e workflows. [19,20] | Delegação, composição e controle precisam ser especificados por aplicação. |
| AWS e IBM | Fontes consultadas admitem sistemas com um ou mais agentes. [23,24] | “Agêntico = obrigatoriamente multiagente” falha como regra transversal. |
| Mistral | Ferramentas, instruções, objetivos e handoffs integram aplicações de agentes. [26,27] | Componentes de produto não estabelecem uma taxonomia universal. |
| Meta | Materiais históricos do Llama 3.1 descrevem modelos em sistemas com ferramentas. [28] | É necessário separar modelo, aplicação e sistema; essa fonte não representa o catálogo atual completo. |
A diferença entre OpenAI e Anthropic é especialmente instrutiva. No guia da OpenAI, controle de workflow e capacidade de usar ferramentas são centrais para a delimitação dos agentes baseados em LLM. Na Anthropic, o termo agentic systems inclui tanto workflows predeterminados quanto agentes dinamicamente controlados pelo modelo. Não há contradição operacional obrigatória: há uma diferença no conjunto de objetos designado por cada expressão. [11–13]
No Google, a linguagem da página conceitual precisa ser lida junto com a documentação do ADK, que organiza mecanismos de orquestração sem reduzir toda aplicação a uma configuração única. A pesquisa do DeepMind sobre assistentes avançados acrescenta questões de delegação, alinhamento e interação social; a abordagem do Google para agentes seguros examina proteções em aplicações com acesso a ferramentas. Esses documentos tratam de problemas que não se resolvem apenas escolhendo entre dois rótulos. [15–18]
Na Microsoft, o Agent Framework e o trabalho AutoGen ilustram diferentes formas de compor aplicações. O modelo de responsabilidade compartilhada distingue obrigações relacionadas à plataforma e à aplicação, reforçando que segurança depende da integração e da operação. A IBM também discute riscos e mitigação de agentes, além de definições conceituais. Não é defensável inferir que um produto é seguro ou superior porque foi chamado de agêntico. [19–22,25]
AWS, IBM e Mistral ampliam a comparação, embora não ocupem exatamente a mesma posição no desenvolvimento de modelos de fronteira. Sua inclusão esclarece a circulação dos termos na arquitetura e no mercado. Os documentos da Meta citados são históricos e servem para distinguir modelos e aplicações, sem atribuir a eles uma definição atual e exaustiva de AI agêntica. Uma análise conceitual precisa explicitar essas diferenças de papel e de período. [23,24,26–28]
6. O que muda tecnicamente — e o que continua limitado
O ganho técnico mais importante dos agentes baseados em LLM é a combinação entre interpretação de objetivos, uso de ferramentas e realimentação durante a execução. Isso pode reduzir a necessidade de antecipar todas as sequências de uma tarefa aberta. Em contrapartida, decisões dinâmicas tornam comportamento, custo e tempo de conclusão menos previsíveis. Para tarefas estáveis, um workflow explícito pode ser mais simples de validar e operar; a própria Anthropic recomenda começar com arquiteturas simples. [6,11,13]
Mais componentes podem ampliar a cobertura de uma investigação, mas também introduzir falhas de coordenação. Cemri e colaboradores propõem a taxonomia MAST, com 14 modos de falha organizados em três grupos, baseada em análise de trajetórias de sistemas multiagentes. A taxonomia ajuda a identificar problemas de desenho, desalinhamento entre agentes e verificação ou término. Não prova que sistemas multiagentes sejam sempre inferiores, nem esgota todos os tipos de falha possíveis. [35]
Avaliação precisa considerar a tarefa concluída, e não apenas a plausibilidade da resposta final. Kapoor e colaboradores destacam problemas metodológicos e a relação entre qualidade e custo. O tau-bench avalia interações entre agente, usuário e ferramentas, incluindo consistência em execuções repetidas. Seu pass^k expressa sucesso em todas as k repetições e não deve ser confundido com pass@k, que considera pelo menos uma tentativa bem-sucedida. Taxas históricas pertencem às versões e condições avaliadas, não a toda a tecnologia em 2026. [29,30]
O acesso a ferramentas amplia o efeito de erros e ataques. AgentDojo examina prompt injection em ambientes nos quais conteúdo não confiável pode influenciar ações do agente. Isso torna relevantes permissões mínimas, confirmação de ações sensíveis e validação de resultados, além da qualidade do modelo. Nenhum benchmark isolado comprova segurança em produção: a conclusão depende do cenário, dos ataques, das ferramentas e das defesas avaliadas. [18,22,31]
MCP e A2A tratam de interoperabilidade em níveis diferentes. MCP organiza a integração com ferramentas e contexto, enquanto A2A trata de comunicação e colaboração entre agentes. Ambos podem facilitar arquiteturas agênticas, mas adotá-los não demonstra autonomia, correção, autoridade legítima ou resistência a ataques. São protocolos de integração, não testes de agência nem selos de segurança. [32,33]
7. A contribuição do SGAEIA: capacidade e autoridade
No SGAEIA, a distinção entre capacidade e autoridade oferece um contexto útil para analisar autonomia. Uma aplicação pode conseguir consultar registros, enviar mensagens e executar operações, mas sua autorização em determinada tarefa pode permitir apenas consulta e preparação de uma recomendação. Limites, condições e revogabilidade da autoridade precisam ser definidos independentemente da capacidade do modelo. O projeto e o artigo sobre autoridade limitada e revogável são citados aqui por essa contribuição conceitual específica. [36,37]

Essas referências são trabalhos do próprio autor e não constituem avaliação independente da arquitetura, validação experimental ou prova da taxonomia proposta neste artigo. Sua função é tornar explícita uma implicação de governança: um sistema pode selecionar meios dentro de um objetivo delegado sem receber autoridade ilimitada. Supervisão humana e restrições de execução podem coexistir com agência. O desenho de controles deve ser examinado pelo que efetivamente impede, permite e registra, não pelo rótulo comercial utilizado.
8. A diferença é defensável ou é marketing?
A diferença é conceitualmente e tecnicamente defensável quando identifica níveis de análise e propriedades observáveis. Não é defensável como uma fronteira universal que separa “agentes simples” de uma tecnologia necessariamente multiagente e autônoma. O agente é uma unidade funcional; a agenticidade é uma propriedade contextual; o sistema agêntico é uma organização de componentes. Esses sentidos podem se sobrepor no mesmo objeto.
O marketing participa da circulação dos termos e frequentemente apaga essas nuances. Isso não torna o conceito de agência vazio, nem torna todo uso de AI agêntica meramente promocional. A tradição acadêmica dos agentes, as arquiteturas com realimentação e os problemas de delegação oferecem conteúdo técnico real. O problema surge quando uma definição particular é apresentada como se fosse consenso ou quando o nome substitui a demonstração do comportamento.
Para comparar sistemas, é mais informativo perguntar quem escolhe a próxima ação, como resultados alteram a trajetória, quanto tempo o objetivo persiste, quais permissões existem e como falhas são verificadas. Depois disso, a quantidade de agentes e a escolha de ferramentas podem ser analisadas como decisões arquiteturais. Definir esses critérios reduz ambiguidades entre pesquisas, documentação e produtos. A contribuição deste artigo é organizar essa leitura, preservando a diversidade das fontes e os limites da evidência.
Glossário
| Termo | Sentido neste artigo |
|---|---|
| Agente de AI | Unidade funcional que observa e age em um ambiente; sua definição concreta depende da tradição adotada. |
| Agenticidade | Perfil contextual de controle, adaptação e execução orientada a objetivos; não um índice universal. |
| AI agêntica | Expressão usada para comportamentos ou sistemas orientados a objetivos; sua extensão varia por fonte. |
| Sistema multiagente | Composição de mais de um agente; a pluralidade não determina autonomia. |
| Workflow | Processo organizado em etapas; pode ser fixo, híbrido ou parcialmente controlado por modelos. |
| Autonomia | Controle delegado sobre escolhas dentro de condições especificadas. |
| Realimentação | Uso dos resultados observados para orientar ações posteriores. |
| BDI | Tradição de agentes baseada em crenças, desejos e intenções como abstrações computacionais. |
| Memória | Estado ou informação mantida ou recuperada; não implica atualização de pesos. |
| Aprendizagem | Alteração de política ou modelo a partir de experiência; é distinta da recuperação de informação. |
| Ferramenta | Interface pela qual uma aplicação obtém informação ou executa ações. |
| Handoff | Transferência de uma tarefa ou de seu controle a outro agente. |
| Autoridade | Permissão válida para agir em determinada tarefa, âmbito e condição. |
| Prompt injection | Tentativa de desviar o comportamento por instruções presentes em conteúdo não confiável. |
| MCP / A2A | Protocolos de integração com ferramentas/contexto e entre agentes, respectivamente. |
Referências bibliográficas
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Sobre o autor
Aridio Silva é pesquisador independente no Brasil, dedicado à arquitetura, segurança, governança e confiabilidade de sistemas de AI autônomos e distribuídos. Seu trabalho examina como capacidades de modelos se tornam ações em aplicações reais. Essa perspectiva relaciona autonomia técnica com limites de autoridade e evidência de comportamento.
Sua pesquisa abrange AI agêntica, sistemas multiagentes, Edge AI, AI Security, Zero Trust, Security-by-Design, AI Governance, Specification-Driven Development e garantia contínua de segurança. Os conceitos são tratados em seus respectivos níveis de abstração e de evidência. Propostas de arquitetura não são apresentadas como certificações ou garantias de produção.
É criador e pesquisador responsável pelo SGAEIA, iniciativa aberta de pesquisa sobre fundamentos arquiteturais de AI autônoma segura, governada, auditável e confiável em ambientes distribuídos entre borda e nuvem. O projeto constitui o contexto de sua produção na SGAEIA Research Series. Este artigo trata de conceitos públicos e não especifica mecanismos privados do projeto.
Research & Project Resources
- ORCID: https://orcid.org/0009-0008-2411-6995
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- OpenAIRE: https://explore.openaire.eu/search/find?fv0=Aridio%20Silva&f0=q
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Suggested citation
Silva, Aridio. (2026). Agentes de AI e AI agêntica: o que os distingue? SGAEIA Research Series, Article 20. Revisão de 14 de outubro de 2026. CC BY 4.0. DOI: 10.5281/zenodo.23373900
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